Que o “pau de selfie” é amado e odiado na mesma
proporção já sabemos, o que muita gente ainda não sabe (e até pouco tempo atrás
eu me incluía nessa turma) é que chegou um concorrente para ele, por incrível
que pareça! É a câmera Podo que se fixa em qualquer superfície permitindo
autorretratos por comandos de seu smartphone via bluetooth. Acredito que o nome
Podo faça alusão ao prefixo grego podos (que significa
pé), e tem a ver com o jeito como a câmera consegue grudar em várias
superfícies diferentes por meio de sua base de micro sucção na sua parte
traseira.
Podo é mais
uma dessas iniciativas interessantes que surgem em sits de financiamento
coletivo como o Kickstarter, onde ele se encontra. O objetivo inicial era de
50 mil dólares, mas no momento em que escrevia esta matéria o montante
acumulado já chegava muito próximo dos 200 mil dólares. Na descrição do produto
já surge logo a frase “esqueça o pau de selfie” em uma tentativa de já nascer
como um rival do acessório para smartphones. Obviamente há limitações já que a
Podo precisa de uma superfície para ser afixada, e nem sempre há uma
disponível, mas é inegável que em alguns casos pode ser uma alternativa
eficiente e muito mais prática e discreta.
O funcionamento é bem
simples: o primeiro passo é fixar a câmera na superfície e escolher o
ângulo desejado, depois conecte a câmera ao seu smartphone via bluetooth. Pela
tela do smartphone é possível visualizar e escolher o melhor ângulo e depois é
só fazer o clique. A Podo é capaz de fazer fotos de até 8MP, vídeos em
resolução HD, vídeos e até time-lapse mas como a transferência é via bluetooth,
arquivos grandes podem dmorar um pouco a chegar no seu dispositivo móvel. O preço
inicial é de 80 dólares na Kickstarter, mas depois chegará aos 100 dólares
quando começar a ser produzida em larga escala.
A
Podo possui bateria recarregável, memória interna de 4GB e um conjunto de LEDs
indicativos que também podem funcionar como flash.
O que pode ajudar a simpática camerazinha é que o pau de selfie já vem
sendo proibido em vários museus dos EUA e Austrália, além do Palácio de Versailles,
na França. O Museu do Louvre também estuda esta possibilidade e a tendência é
que no restante do mundo isso também aconteça aos poucos.
Fontes: Português RFI
Gizmodo
PetaPixel
Brainstorm
Gizmodo
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Brainstorm


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